Rádio Universitária UFG finaliza migração e passa a operar em 88.5 FM
A Rádio Universitária UFG, emissora da Universidade Federal de Goiás (UFG), inicia uma nova fase a partir do dia 10 de março, quando passa a operar na frequência 88.5 FM. A migração do sinal da Amplitude Modulada (870 AM) para a Frequência Modulada (FM) começou em 2014, seguindo as diretrizes do Decreto Presidencial 8.139/2013, e agora se concretiza, trazendo mais qualidade de som e acessibilidade aos ouvintes. A cerimônia que marca a nova fase acontece às 8h30, no auditório do prédio da rádio, em Goiânia.
Nesse novo cenário, a rádio passa a integrar a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), por meio de parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Com isso, a emissora tem a oportunidade de ampliar a participação na produção e veiculação de conteúdos educativos, culturais e jornalísticos em âmbito nacional.
Mais qualidade e acessibilidade para os ouvintes
A diretora da Rádio Universitária UFG Márcia Boaratti celebrou a novidade e destacou as vantagens da mudança. “A migração para FM proporciona um áudio mais limpo e estável, além de permitir o acesso às transmissões ao vivo por dispositivos móveis, como smartphones. Estamos com todo o processo junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) concluído e prontos para essa nova fase”, afirmou. Ela também ressaltou o compromisso da rádio com a diversidade, a informação de qualidade e a construção da cidadania, levando a produção da UFG para um público ainda maior, sem perder identidade como emissora pública.
História e legado da Rádio Universitária UFG
Fundada há mais de 60 anos, a Rádio Universitária UFG é uma das pioneiras da radiodifusão educativa no Brasil. Criada pela Resolução nº 14/1962, foi outorgada pelo Decreto 56.876/1965 e teve os transmissores inaugurados com a presença do ex-presidente Juscelino Kubitschek. Em 1979, a emissora foi transferida para a sede atual, na Alameda das Rosas, em Goiânia (GO), enquanto os transmissores passaram a operar no Campus 2 da UFG. Com a migração para FM e a entrada na RNCP, a rádio reforça o papel na comunicação pública, amplia o alcance e conecta mais pessoas ao conhecimento e à cultura.
*Com informações do portal UFG.